Confesso que o tema "pão" sempre me passou ao lado até que tomei conhecimento (muito recentemente) da padaria Isco e Gleba. Após encontrar vídeos do Mário Redondo passei da curiosidade à descoberta, procurando recursos na Internet sobre o assunto, o que me levou a conhecer e a entrar neste fórum.
Sou completamente inexperiente nesta área. Nunca tentei sequer fazer pão em casa e, até há pouco tempo, nunca tinha ouvido falar em “fermentação lenta”.
Por agora, o meu objectivo resume-se a compreender o bê-á-bá da padaria. [color=var(--darkreader-inline-color)]Depois, numa segunda fase, aprofundar o tema, provavelmente frequentando um curso. [/color]
A padaria como negócio é algo que também me interessa, dado que o mercado (ainda) não está polvilhado de padarias que apostem num "pão de grande qualidade", mas, para já, pretendo apenas começar pelo início.
O meu nome é Fábio e ando a tentar fazer o meu próprio pão, comecei por criar a minha massa mãe a partir dos tutoriais no mar internacional e consegui.
Foi com muita alegria que encontrei o vosso forum para ler e aprender mais formas de fazer pão e os seus provenientes.
Aproveito para fazer duas questões se não se importarem
1º Num forno eléctrico, borrifam apenas quando colocam o pão ? Eu tentei fazer a táctica do tacho de ferro com um de barro, é boa ideia ?|
2º Qual acham que é a melhor farinha do mercado para um principiante ou conhecem algum moedor na Beira interior ?
BOM DIA, BOA TARDE, OU BOA NOITE, segundo a hora e o local onde se encontrem.
Já faz algum tempo que comecei a fazer o meu pão enquanto particular, sobretudo depois de ter lido alguns livros, e visto certas emissões sobre o pão. Para não ferir subceptidades, evitarei qualquer comentario quanto a qualidade, e sobretudo aos produtos que são adicionados as farinhas.
Encomtra-mos hoje em certos paises da comunidade europeia, farinhas industriais que teem até 21 componentes. Para quem ler o Francés podem encomtrar um livro que se chama (QUEL PAIN VOULONS NOUS) escrito pour uma jornalista independente, que passou um Ano a visitar todos oa actores deste importante sector économico em França.
Antes de começar a fazer o pão, participei num atelier de alguem que deixou o lado industrial, para fazer pão apenas com farinhas de qualidade, variedades antigas, e fermento caseiro, para lá do sabor, o pão conserva-se até uma semana sem qualquer problema. Outra vantagem é que mesmo as pessoas alérgicas ao gluten, comem e digerem sem qualquer problema.
Os incovenientes de tudo isto? dificuldade em encomtrar boas farinhas, preços elevados, fermentações longas, trabalho e saber fazer manual etc,,,.
Só para dar uma ideia dos preços, vai desde 85 cet de franco Suisso até 6.50 francos o kilo da farinha de espelta ou épeautre.
Pelas leituras que fiz neste forum, deixa-me em crer que se trata de profissionais que conhecem o assunto, e portanto pouco á a acrescentar sobre o pão. Só um detalhe, en FRANçA as designações de T seguido do numero, corresponde ao numero de gramas de cinza que fica depois de queimado um quilo de farinha. É o organismo do estado que é responssable pelas classificações das farinhas. Encomtrasse ainda dobretudo em Italia farinhas 00 e 000 que imagino é Gluten puro, en França existe gluten puro em enbalagens de 500 gr. quanto a farinhas bio de qualidade, á uma mudança muito inportante nos hábitos das pessoas, a produção artisanal, e as propostas de formação para particulares e proffissionais não para de crescer. Pelo que á esperança que face á perca de partes de mercado, os industriais da panificação e tambem os cultivadores de cereais acabem por seguir o movimento, sabendo que são processos longos.
Um abraço a todos os que de gostam de pão (sólido e liquido) pois tambem gosto de fazer artisanalmente da boa cerveja.
Boa tarde,
Sou português mas resido no Brasil, em Manaus, Amazônia, á 35 anos. Sou, entre outras coisas, Administrador de empresas e especialista em Logística Empresarial, fiz uma carreira de 35 anos como administrador e gestor de Supply Chain em várias grandes multinacionais de Eletroeletrônica, TV som, etc., mas com a degradação da situação político-econômica no Brasil dos últimos anos, decidi mudar a trajetória, e fui entrando e me dedicando ao mundo da gastronomia. Sou também graduado em Gastronomia com Pós graduação em Gastronomia e Cozinha Autoral pela PUCRS.
Apesar de gostar de cozinhar de forma geral, comecei a fazer pão caseiro anos atrás, e atualmente faço e vendo pães rústicos e conventuais nas Feiras do Produtor aqui da cidade, 4 dias por semana.
Vou tornar isso o meu negócio e forma de vida, e estou trabalhando e estudando para melhorar o meu produto. Ainda apanho muito com pão de massa madre, mas vamos aprendendo...
Irei em setembro a Portugal fazer o curso da ACPP, e vou ver se encontro algum outro de pães artesanais.
Abraços.
O meu nome é Sara e, de momento, resido no Reino Unido.
Sempre me interessei por comida e pão com queijo sempre foi a minha refeição preferida. O pão aqui é terrível e o pão de fermentação natural caríssimo.
Depois de algumas tentativas frustradas de tentar aprender a fazer sourdough sozinha decidi fazer um curso de um dia e mais tarde o Diploma da Sourdough School.
Como estou fora de Portugal há já alguns anos resolvi procurar o que é que os "padeiros caseiros" como eu andam a fazer e dei com este fórum do qual achei imediatamente que tinha que fazer parte, ler as partilhas e partilhar também.
Não sei bem que mais dizer sobre mim... Estudei Ciências Gastronómicas em Portugal e estou a fazer tese de Mestrado em Sourdough. Tenho um Mockmill 100 em casa e também sou "moleira de usar por casa", como lhe chamo...
Qualquer outra coisa é só perguntar...
Obrigada!
Há cerca de 2 anos que vou fazendo o meu pão, o que se resume a um pão de 800g por semana, que me rende para a semana!
Como faço de questão de fazer o pão em formato "pão de forma" para que as fatias sejam semelhantes todo o tempo, o que me obrigou a alguma investigação e experiências, uma vez que mais de encontra são pães redondos.
Uma vez que o meu objectivo final é fazer um pão o mais natural possível, aspiro a não usar fermento, apenas massa velha. Uma das duvidas que tenho a esse propósito é se posso apenas guardar uma parte da massa de uma semana para a outra e prosseguir por aí ou se a massa mãe tem que obrigatoriamente originar daquele processo de não sei quantos dias?
Tenho também a seguinte duvida, agora no verão com as temperaturas mais altas, acontece a massa que deixei a levedar durante a noite já cresceu e já "passou do ponto" ou seja, já cresceu tudo e já voltou a cair.
Qual é o procedimento melhor a seguir nesta situação?
Boa noite!
Sou o Diogo, vivo no Porto e inscrevi-me no fórum para poder aprender mais sobre um dos elementos fundamentais de todas as sociedades, ao qual por vezes não lhe é dado o devido valor. Interesso-me pela sua história e também pela sua manufactura.
Boas pessoal do pão e afins, o meu nome é Ricardo Duarte, sou psicólogo, tenho 45 anos e adoro pão. Ao longo dos anos fui tentando fazer pão em fornos caseiros com pouco ou nenhum sucesso. No final do ano passado descobri as maravilhas de usar um dutch oven e a sourdough e, desde ai, que faço pão todas as semanas (com algum sucesso).
Dos problemas que vou tendo hoje em dia:
1)Dificuldade em encontrar boas farinhas para pão;
2) Dificuldade em compreender exactamente como trabalha o glúten (relação entre agua/farinha/fermento/bater/fermentar/proof/etc;
3)Dificuldade em gerir as “instruções” que leio com a temperatura da minha casa (moro em Galamares / Sintra, a minha casa tem estado a 15 graus (com lareira chega aos 18 de inverno) o que muda muito os tempos de fermentação;
4)Dificuldade em gerir os meus horários de trabalho com o fazer/fermentar/cozer pão nas horas que tenho disponíveis (tenho usado o frigorífico para fazer prof durante a noite)