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Apresentação de novo membro
#1
BOM DIA, BOA TARDE, OU BOA NOITE, segundo a hora e o local onde se encontrem.
Já faz algum tempo que comecei a fazer o meu pão enquanto particular, sobretudo depois de ter lido alguns livros, e visto certas emissões sobre o pão. Para não ferir subceptidades, evitarei qualquer comentario quanto a qualidade, e sobretudo aos produtos que são adicionados as farinhas.
Encomtra-mos hoje em certos paises da comunidade europeia, farinhas industriais que teem até 21 componentes. Para quem ler o Francés podem encomtrar um livro que se chama (QUEL PAIN VOULONS NOUS) escrito pour uma jornalista independente, que passou um Ano a visitar todos oa actores deste importante sector économico em França.
Antes de começar a fazer o pão, participei num atelier de alguem que deixou o lado industrial, para fazer pão apenas com farinhas de qualidade, variedades antigas, e fermento caseiro, para lá do sabor, o pão conserva-se até uma semana sem qualquer problema. Outra vantagem é que mesmo as pessoas alérgicas ao gluten, comem e digerem sem qualquer problema.
Os incovenientes de tudo isto? dificuldade em encomtrar boas farinhas, preços elevados, fermentações longas, trabalho e saber fazer manual etc,,,.
Só para dar uma ideia dos preços, vai desde 85 cet de franco Suisso até 6.50 francos o kilo da farinha de espelta ou épeautre.
Pelas leituras que fiz neste forum, deixa-me em crer que se trata de profissionais que conhecem o assunto, e portanto pouco á a acrescentar sobre o pão. Só um detalhe, en FRANçA as designações de T seguido do numero, corresponde ao numero de gramas de cinza que fica depois de queimado um quilo de farinha. É o organismo do estado que é responssable pelas classificações das farinhas. Encomtrasse ainda dobretudo em Italia farinhas 00 e 000 que imagino é Gluten puro, en França existe gluten puro em enbalagens de 500 gr. quanto a farinhas bio de qualidade, á uma mudança muito inportante nos hábitos das pessoas, a produção artisanal, e as propostas de formação para particulares e proffissionais não para de crescer. Pelo que á esperança que face á perca de partes de mercado, os industriais da panificação e tambem os cultivadores de cereais acabem por seguir o movimento, sabendo que são processos longos.
Um abraço a todos os que de gostam de pão (sólido e liquido) pois tambem gosto de fazer artisanalmente da boa cerveja.
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